De todas as desilusões que já tive, tu foste sem duvida a maior.
Estou de tal forma vazia, que o eco que a dor produz é maior do que qualquer coisa que eu possa suportar.
Se soubesses o quanto tenho precisado de ti...
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de maio de 2009
(Problema de) Expressão
Quero expressar-me e não consigo
Tento dizer o que me toca
Mas as palavras não saem, não rimam
Ou tão pouco fazem sentido
Só sei que nem sei
E que sinto falta
E que olho para o lado e não estás
E que a minha pele pede o teu toque
E os mimos que só tu sabes dar
E os passeios
E os momentos
Tudo me lembras tu
Cada lugar me recorda o que vivemos
Cada musica, cada frase, cada palavra...
E é saber que queres, mas evitas...
E que quero mas não posso
E que sonho mas não tenho
Restando-me apenas guardar...
O teu sorriso
O teu cheiro
O teu jeitinho...
Nem sabendo se me deixa triste...
Sei apenas que deixa saudade
Mas...continuo a não perdoar-me.
"I tried to forgive but it's not enough to make it all okay"
Tento dizer o que me toca
Mas as palavras não saem, não rimam
Ou tão pouco fazem sentido
Só sei que nem sei
E que sinto falta
E que olho para o lado e não estás
E que a minha pele pede o teu toque
E os mimos que só tu sabes dar
E os passeios
E os momentos
Tudo me lembras tu
Cada lugar me recorda o que vivemos
Cada musica, cada frase, cada palavra...
E é saber que queres, mas evitas...
E que quero mas não posso
E que sonho mas não tenho
Restando-me apenas guardar...
O teu sorriso
O teu cheiro
O teu jeitinho...
Nem sabendo se me deixa triste...
Sei apenas que deixa saudade
Mas...continuo a não perdoar-me.
"I tried to forgive but it's not enough to make it all okay"
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Tentar.
Sinto-me como se nada me atingisse
Como se nada me ferisse
Sinto-me insensivel...
Ou a ferida é tão grande
Que já nem distingo a dor.
Queria ser forte
Queria viver sem olhar para trás
Queria reagir sem hesitar
Queria agir sem ter medo
Queria amar sem reservas
E viver sem medidas
Mas...
É como querer apanhar um comboio
Quando sei que é tarde de mais
E isso desfaz-me
A realidade magoa
E eu tento esquecer, e seguir
Mas isso não chega
E tudo o que eu posso fazer é tentar.
Como se nada me ferisse
Sinto-me insensivel...
Ou a ferida é tão grande
Que já nem distingo a dor.
Queria ser forte
Queria viver sem olhar para trás
Queria reagir sem hesitar
Queria agir sem ter medo
Queria amar sem reservas
E viver sem medidas
Mas...
É como querer apanhar um comboio
Quando sei que é tarde de mais
E isso desfaz-me
A realidade magoa
E eu tento esquecer, e seguir
Mas isso não chega
E tudo o que eu posso fazer é tentar.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Talvez sempre, talvez nunca.
É quando...
Acordas e sorris sem saber porquê
Sentes a liberdade no vento que te toca
E o amor no sol que te aquece.
É quando te sentes feliz sem razão
E te deparas perdida no mundo dos sonhos
É quando não há como, porquê ou quando
É quando simplesmente há e simplesmente é.
É quando nem sabes se faz sentido o que dizes
Mas faz sentido dize-lo ao senti-lo.
Mas...
É nestas alturas que voltas a acreditar
Que voltas a desejar sem meios nem medidas
Que voltas a sonhar sem restrições ou impedimentos
Que voltas a sentir-te livre como um passarinho que voa
E com a força de um leão que ruge e domina o seu mundo.
Sentes uma grande empatia para com a vida
Desejando apenas ama-la e esboçar-lhe um sorriso.
Será felicidade? Será real? Será ilusão?
Não sabes o que é, nem até quando dura
Hoje, amanhã, depois...
Tavez, sempre...
Talvez, nunca.
Acordas e sorris sem saber porquê
Sentes a liberdade no vento que te toca
E o amor no sol que te aquece.
É quando te sentes feliz sem razão
E te deparas perdida no mundo dos sonhos
É quando não há como, porquê ou quando
É quando simplesmente há e simplesmente é.
É quando nem sabes se faz sentido o que dizes
Mas faz sentido dize-lo ao senti-lo.
Mas...
É nestas alturas que voltas a acreditar
Que voltas a desejar sem meios nem medidas
Que voltas a sonhar sem restrições ou impedimentos
Que voltas a sentir-te livre como um passarinho que voa
E com a força de um leão que ruge e domina o seu mundo.
Sentes uma grande empatia para com a vida
Desejando apenas ama-la e esboçar-lhe um sorriso.
Será felicidade? Será real? Será ilusão?
Não sabes o que é, nem até quando dura
Hoje, amanhã, depois...
Tavez, sempre...
Talvez, nunca.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
O precipicio.
Finto o meu coração,
Olho-o com indecisão
E pergunto o porquê
Desta tremenda escuridão.
Ando, passo a passo
Sem qualquer tipo de direção
Cada caminho é só mais um
Qualquer destino é um fim
Todos me levam ao mesmo
Ao precipicio.
Mais um passo e...
E na hora que a flor murcha
Meu coração para.
Nunca a cheirei
Nunca apreciei a sua beleza
Mas assim que ela se foi
Algo em mim morreu.
Mais um passo e vacilo...
Uma lágrima cai
E a flor que não cuidei sorri-me
Como quem pede que não sofra
Lamentando ter-se apagado
E por momentos apenas desejo
Que ela perceba que...
Cada lágrima que cai
É um duelo entre eu e eu mesma
Mais um passo e caí.
Percebi então que
Nada mais a fará brilhar para mim
Mas a falta dela faz-me sentir
Tão pequena, tão fragil...
Que...só queria poder voltar atrás
E cuida-la desde o dia em que ela nasceu.
Sinto-me fraca, fecho os olhos...
Deixo-me cair naquele sono
Que me trás tudo o que quero
Sonho que a olho, que a cheiro, que a rego
Que toco cada petala de veludo
Que a protejo de qualquer vento e tempestade
E que ela está bem na minha mão
Com o mesmo sorriso de sempre
Mas de manhã ao acordar...
Não, ela já lá não está.
Olho-o com indecisão
E pergunto o porquê
Desta tremenda escuridão.
Ando, passo a passo
Sem qualquer tipo de direção
Cada caminho é só mais um
Qualquer destino é um fim
Todos me levam ao mesmo
Ao precipicio.
Mais um passo e...
E na hora que a flor murcha
Meu coração para.
Nunca a cheirei
Nunca apreciei a sua beleza
Mas assim que ela se foi
Algo em mim morreu.
Mais um passo e vacilo...
Uma lágrima cai
E a flor que não cuidei sorri-me
Como quem pede que não sofra
Lamentando ter-se apagado
E por momentos apenas desejo
Que ela perceba que...
Cada lágrima que cai
É um duelo entre eu e eu mesma
Mais um passo e caí.
Percebi então que
Nada mais a fará brilhar para mim
Mas a falta dela faz-me sentir
Tão pequena, tão fragil...
Que...só queria poder voltar atrás
E cuida-la desde o dia em que ela nasceu.
Sinto-me fraca, fecho os olhos...
Deixo-me cair naquele sono
Que me trás tudo o que quero
Sonho que a olho, que a cheiro, que a rego
Que toco cada petala de veludo
Que a protejo de qualquer vento e tempestade
E que ela está bem na minha mão
Com o mesmo sorriso de sempre
Mas de manhã ao acordar...
Não, ela já lá não está.
sábado, 1 de novembro de 2008
No fim.
Ó Mar leva-me para longe
Para bem longe daqui
Onde o sol brilha
E o frio desaparece
Não aguento mais a dor
Do vazio, da solidão
Tanta gente
Ninguém...
Multidão na vida
Vazio no coração
Lagrima caida
Que ecoa no silêncio da escuridão.
Eco desesperante,
Sussurro gritante
De uma alma no fim.
Para bem longe daqui
Onde o sol brilha
E o frio desaparece
Não aguento mais a dor
Do vazio, da solidão
Tanta gente
Ninguém...
Multidão na vida
Vazio no coração
Lagrima caida
Que ecoa no silêncio da escuridão.
Eco desesperante,
Sussurro gritante
De uma alma no fim.
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